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Digital Agro 2018 – Nós estivemos lá e te contamos como foi

A Digital Agro 2018 foi um evento para falar de inovação no agronegócio. De IoT a Big Data e Inteligência Artificial, a feira contou com provocações que podem afetar diversos setores do agronegócio.

Nos dias 13 e 14 de junho, aconteceu em Carambeí – PR a Digital Agro 2018. Um evento para falar de inovação, sendo ele próprio uma Inovação. Aos gestores da Frisia fica registrado nossos elogios pela visão inovadora e o sucesso da feira.

As palestras e workshops que ocorreram na feira, foram quase que na totalidade voltados para a inovação e as disrupturas causadas pelo impacto da onda que está nos atingindo cada vez mais, com a 4° revolução industrial. Os palestrantes selecionados foram na sua maioria muito felizes na explanação de seus tópicos, onde observou-se a proporcionalidade na forma de comunicação, com os participantes, ou seja, foram lá para falar de agronegócio.

Alguns foram enfáticos nas provocações sobre a necessidade de inovar, outros ressaltando a necessidade de parcimônia no direcionamento dos esforços para inovação. Enfim, todos entenderam claramente que a onda é uma realidade e que nos atingirá. Uma observação que acreditamos ser relevante é o fato de que pouco se ouviu sobre a necessidade de Segurança da Informação. Falou-se constantemente de Big Data, do valioso ativo que representa no advento da 4° revolução, contudo, não se explorou a necessidade de aprimoramento proporcional dos esforços de Segurança da Informação. Talvez isso se deve, ao fato de que a Segurança da Informação esteja sendo vista como um elemento de inovação, apesar do tema ser antigo. O que é inovação é o perfil dos criminosos cibernéticos, que já estão se organizando ao ponto de criarem modelos de negócios, como por exemplo o CaaS (Crime as a Service).

Algumas provocações propostas na feira foram no mínimo intrigantes. Da alta conectividade com os equipamentos (IoT), ao tratamento de dados (big data), para construção de algoritmos que permitem a compreensão da fala dos animais. Isso não é brincadeira! foi apresentado o projeto onde já estão se identificando padrões de sonoridade que representam a vontade dos animais. Este projeto tem o objetivo de propiciar a tomada de decisão dos animais, buscando o próprio bem estar em aspectos tais como, temperatura, luminosidade e etc. Equipamentos conectados reagiriam de acordo com a expressão sonora do animal, e este por sua vez, tomaria a decisão de ter mais ou menos luminosidade, mais ou menos calor.

Obviamente que a inteligência artificial não poderia ficar fora deste certame. De robôs interativos a colheitadeiras completamente autónomas, os algoritmos preditivos prometem desumanizar uma série de atividades operacionais, elevando a acurácia e performance dos resultados, entre outros benefícios. Drones com maior autonomia e áreas de utilização, com capacidade de autogestão das baterias, e carregamento. Pode-se perfeitamente imaginar esses mesmos drones avaliando pragas nas plantações, aplicando defensivos, enviando solicitações de compra para os distribuidores e provavelmente comandando a colheita e replantio nas propriedades.

Com essa avalanche de possibilidades de inovações, os executivos das cooperativas deixaram a feira com algumas expressões e questionamentos que necessitam a atenção daqueles que querem de alguma forma apoiá-los na preparação para “surfar” na onda da quarta revolução industrial:

“Wow isso é mesmo verdade!”

“E agora, como vamos fazer parte de tudo isso?”

“O que de tudo isso faz sentido para mim?”

“Precisamos de gente nova, com esses talentos!”

“Isso vai custar bem caro, Vai achatar ainda mais a nossa margem!”

Entre muitas outra expressões que ouvimos durante o evento.

Em meio a tudo isso, saímos da feira com a impressão da necessidade de uma quebra de paradigmas, como por exemplo: Ao invés de simplesmente usar a informação para gestão e tomada de decisão, precisamos melhor gerir a informação para para que as coisas tomem a decisão correta. Além de me preocupar com o que o cliente precisa, irei me preocupar com as necessidades das coisas que tomam decisões, no cliente.

Você também quer participar dessa revolução que está acontecendo no agronegócio? Nós da Oguini podemos colaborar com sua organização. Entre em contato para conversarmos e apresentarmos nossos serviços.

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